Eram bonitos juntos, diziam as moças. Um doce de olhar.
Sem terem
exatamente consciência disso,
quando juntos os dois aprumavam ainda mais
o porte e,
por assim dizer, quase cintilavam,
o bonito de dentro de um
estimulando o bonito de fora do outro,
e vice-versa. Como se houvesse
entre aqueles dois,
uma estranha e secreta harmonia.